sexta-feira, 10 de junho de 2011

PIRATAS DO CARIBE IV - Apesar do toque latino, faltou tempero...

por Eddie Van Feu

Todos que me conhecem sabem que tenhon duas franquias do coração: Transformers e Piratas do Caribe. O último filme do Transformers só agradou quem realmente o amava, pois tinha muitas falhas. Ainda assim, foi uma boa viagem. Piratas do Caribe teve falhas no seu terceiro filme, falhas facinhas de se ajeitar, mas rolou uma preguiça e foi assim mesmo. Ainda assim, valeu o ingresso. Já o quarto filme, que poderia ser o primeiro, decepciona um pouquinho. Não decepcionaria se fosse o primeiro. Mas é o quarto.
Num resumo da ópera, os coadjuvantes são fracos, as tramas são tolas, os diálogos não são marcantes, há total falta de efeitos especiais, o 3D não é justificável e tudo parece frouxo. O filme parece, na verdade, uma fraca imitação de si mesmo. E é!

Esse barco tá fazendo água???


Jack Sparrow perdeu o ar imprevisível para se tornar um mocinho previsível. Penélope Cruz vacila entre a super esperteza e a burrice completa. E há poucos motivos para rir no filme.
Uma pena ter faltado carisma e humor, mas ainda assim é um filme legal. Como disse, se você o estivesse vendo pela primeira vez, gostaria muito. O problema é que os filmes anteriores estabeleceram um patamar alto e é difícil alcançá-lo sem um equipe à altura. E Johnny Depp é bom, mas não tão bom, a menos que ele comece a escrever também!
O filme termina com um gancho para o próximo que pode resgatar ao menos a tripulação do Pérola Negra para novos filmes e, se contratarem roteiristas decentes, talvez possamos nos empolgar de novo.
E o trailer do novo Trasnformers fez o cinema ficar em silêncio. Caramba! O que é aquilo?! E Renato finalmente me fez compreender o que faltou em Thor. Sim... As batalhas de Thor parecem O Rapto das Abrobrinhas perto do trailler dos Transformers. Mas acho que tem coisa que só o Michae Bay consegue. Vamos aguardar e ver se lembraram de contratar roteiristas.

A melhor sequência do filme está por conta das sereias.

MAIS UMA SEMANA SE PASSOU...

...e ninguém postou porra nehuma.



Nós somos foda!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

MULHER MARAVILHA para as Poderosas no Brasil

por Eddie Van Feu

Agora, todas as mulheres podem ser maravilhosas! A Mulher Maravilha finalmente chega ao Brasil com uma linha de cosméticos e acessórios para heroína nenhuma botar defeito! Os acessórios são bolsinhas com o selo da MM e já estou doidinha pra experimentar a maquiagem! Olha que bacana o visual do site da MAC Cosméticos que traz essa linha para o Brasil. Aliás, gente, meu aniversário já passou, mas sempre tem uma data legal pra lembrar de mim, tipo, Dia dos Professores, Dia das Crianças, Dia das Bruxas... Taí a ideia! Veja o site com abertura de responsa clicando aqui!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

É O CLUBE DO BOLINHA!


por Renato Rodrigues
Vou furar minha greve para registrar que eu já comprei meu exemplar no novo gibi (adoro essa palavra) do Bola!

A primeira edição traz uma seleção de histórias com o primo Carlinhos e as missões do incrível detetive Aranha. A Ediouro preparou um hotsite com o perfil do personagem e uma HQ da primeira edição pra você dar uma conferida e matar saudade. A tiragem da revista será de 30 mil exemplares.

A revista da Lulu deve ter dado um bom retorno para eles investirem em mais uma, parabéns para a coragem da Ediouro. E eu tinha (e ainda tenho) dúvidas se as crianças de hoje (apesar do preço baratinho de R$ 3,10) comprariam uma revista como Lulu e Bolinha com histórias tão diferentes da realidade contemporânea.

Como leitor velho de guerra que sou, preferia que eles fizessem almanaques mais fáceis da gente guardar e trazendo mais histórias por edição. Assim dava até pra ir para nossa biblioteca! Mas estarei comprando a dupla todo mês assim mesmo! Agora o Clube do Bolinha está completo!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

AMERICAN IDOL - Final!!!

por Eddie Van Feu

Como previu o oráculo, a final competitiva do American Idol foi especialmente chata. Com a saída de Haley no programa anterior, só nos sobrou Scotty e Laura, dois caipiras que nos brindaram com um Sabadão Sertanejo. Foi tão chato, tão chato, que sinceramente não valeu muito a pena. Felizmente, foi rápido!
Agora, a final do resultado foi DEMAIS! Quem perdeu, dê um jeito de ver, pois toda a diversidade que pontuou o programa desta décima temporada estava lá, com a presença dos candidatos eliminados, como James Durbin cantando com Judas Priest, Casey cantando com Jack Black, com o qual já tinha sido comparado em algum momento. Lady Gaga surpreendeu emulando sexo num programa família (que com Steve Tyler já deu um passo na direção dos rebeldes de plantão) e o maridão da J. Lo colocou um pouco de tempero picante na apresentação onde mostrou o mulherão com quem divide a vida, matando todos os homens do mundo de inveja (e deixando as mulheres muito confusas, porque ninguém ainda sabe o que exatamente a J. Lo viu nele...).

Lauren quando cantava com as Paquitas e hoje
As brincadeiras entre os participante foram uma atração a parte, incluindo os figuras da temporada (que nem foram tão figuras assim) e os comentários com os candidatos. O quadro onde Casey e James competem para saber qual foi a eliminação mais chocante é hilário.
Mas não foi só isso! Ainda tivemos Tonny Bennet, Tom Jones e Beyoncé, todos cantando com nossos candidatos. Tivemos bom humor, muita luz, fogos e finalmente, o resultado! E Scotty ganhou! Na verdade, o moço ganhou no momento em que mostrou seu vozeirão lá nas primeiras escolhas e respondeu com um “Thank you, madam”. O menino chorou, mas cantou assim mesmo, e agora sabe que sua vida vai mudar pra sempre MESMO.
A Sony infelizmente não sabia que eu jogava tarô e jogou com outra pessoa. Então, quando o programa terminou, eles colocaram a chamada da vitória da Laura! Acho que andaram aprendendo com a FOX...

Scooty quando trabalhava na MAD e hoje campeão do Americal Idol!

terça-feira, 24 de maio de 2011

THOR E SUAS QUALIDADES INVISÍVEIS

por Patrícia Balan
Confesso que gostaria deste filme, mesmo se não gostasse. Estava doida para ver outro filme da Marvel e ver outro Shakespearish de Kenneth Bragnagh. Quando me disseram que eu veria os dois ao mesmo tempo, fiquei doidinha! Se alguém quiser uma crítica imparcial, manda o Ricky Nobre voltar a escrever. Eu vou soltar meu verbo e minha tietagem.

O deus do trovão é estourado demais, mas muito bem articulado.

Thor tem problemas... Não Thor, o personagem, mas o filme. Se bem que o deus do trovão tem um sério problema de atitude, sim. É um irresponsável, fanfarrão, inconsequente, grosso feito parede de igreja e burro! O homem é lindo, mas é burro feito uma porta! É a criatura mais previsível e controlável da face de Asgard. Falando nela...

Asgard é um problemão. Ela parece ter sofrido um extreme makeover do decorador de Tron. O paraíso nórdico high-tech pode não ter agradado a maioria. As panorâmicas do pessoal da pintura digital devem funcionar que é uma beleza em 3D, mas a mulinha aqui deixou para ver Thor muito tarde - assim como outros lobos daqui - e acabei perdendo a oportunidade. Em 2D o filme perde bastante, mas os personagens continuam tridimensionais.

Lady Gaga e o estilista de Tron deram uns pitacos no figurino. Até que ficou legal.

O figurino, por incrível que pareça, não sofre os apertos que o cenário sofreu. As armaduras ficaram bem tronzadas - e eu faço este trocadilho medonho com a melhor das intenções. Sir Anthony Hopkings chegou a dizer que "não era necessário atuar" quando ficou frente a frente com seu filho, Chris Hemsworth, com o figurino no estágio final.

"Tira essa roupa preta porque tu é moleque!"

Hemsworth já justificou o preço da entrada no trailler, quando aparece sem camisa. Apesar disso eu confesso que fiquei muito preocupada com esse Thor com cara de neném. Agora, com o filme ainda fresquinho na cabeça, posso falar sem nenhuma vergonha e cheia de preconceito: ator australiano é como comediante cearense - a coisa raramente desanda. E como bônus, vem sempre uma vozinha roncada, sexy e um corpitcho de tirar o fôlego. Natalie Portman mais ri do que fala quando contracena com o deus nórdico. Mais uma que não precisou representar.

Thor disfarçado de Dr. Blake, disfarçado de autraliano irresistível, disfarçado de pedaço de mau caminho.

Mas, gente... Onde há fumaça há fogo. O diretor foi Kenneth Branagh. Esse é o cara que popularizou Shakespeare. O coleguinha de teatro dele, Tom Hiddleston fez teste para Thor, mas terminou como um Loki fofinho, gatinho e elegante. Rene Russo tá lá, linda como sempre. Colm Feore faz outro vilão de tirar o chapéu (Lembram de A Batalha de Riddick? O Lord Marshall é tudo, menos Riddickulo). Ray Stevenson faz um Volstagg pouco volumoso, mas muito carismático. Isso sem falar dos personagens secundários que deixam a gente com saudade, pois são muito mais que ornamentos para o cenário. O DJ Idris Elba faz um Heimdall muito chique depois de uma interpretação medíocre em Rock'nrolla. É muita gente que não era boa, e que ficou boa, contracenando numa boa com gente muito, muito, muito boa na arte de interpretar! A linguagem rebuscada e um pouco ridícula de Thor nos quadrinhos está lá! Só que ela foi tão polida pelo meu amado K.B. que não se nota a passagem de Asgard para Midgard - esse fim de mundo para onde Thor foi escorraçado.

Tom Hiddleston fez um Loki com motivações compreensíveis. Um excelente antagonista para um Thor esperto como um gato morto.

Os personagens têm identidade e carisma, por menor que seja a participação. Todo mundo é bem articulado demais e ninguém nota. Todo mundo é elegante demais e ninguém nota.

Olha um spoiller! Levinho, mas spoiller...

Não tem vilão nem herói nessa história e ninguém nota.

Desespoillei! Podem voltar a ler.

Kenneth Branagh, com um currículo cheio de filmes onde todo mundo já conhece a história, brinca com o óbvio e consegue levar a gente por um caminho mais que conhecido mostrando tudo o que um olhar descuidado deixou passar.

Num encontro de Henrique V com Hércules da Disney, o filme narra o início das aventuras do deus do trovão, Thor, no que diz respeito aos quadrinhos. O loiraço barbudinho está pronto para assumir o trono de Asgard quando um ataque pequeno demais para justificar uma guerra, mas sério o bastante para despertar o George W. Bush dentro do previsível príncipe marombado, acaba com a festa. Thor precisa provar seu valor antes de subir ao trono. O irmãozinho Loki tenta dar bons conselhos e chamar seu irmão à razão, mas ninguém escuta esse menino tão magrinho e bem intencionado e tão menosprezado pelo pai grandão e imponente.

Shakespeare e Stan Lee - tudo a ver!

Veja Thor ainda essa semana ou tenha um pouquinho mais de boa vontade com o filme em DVD. Atores tão bons não escolhem um filme de quadrinhos sem um motivo além do simples pagar o aluguel. Gente tão bacana não faz trabalho sem graça, mas faz trabalho invisível. Você vai descobrir a diferença se saborear o filme com um pouquinho mais de atenção e só um pouquinho menos de pipoca.

"Quero virar corno se eu estiver mentindo!"

Curiosidade: não foi só na tela que os irmãos batalharam. (Ah, qual é, gente? Isso não é spoiller! Loki é o deus da trapaça - como é que ele pode NÃO ser o vilão?!) Um dos finalistas para o papel de Thor foi o ator australiano Liam Hemsworth. O sobrenome é familiar? Pois a disputa final ficou entre os irmãos Chris e Liam. Chris Hemsworth disse que não sobrou nenhum amargo da disputa, pois tem certeza que seu irmão torceu para ele o tempo todo. Espera só ele chegar em casa! Tem gente que não aprende nunca!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

AMERICAN IDOL - Top 3

por Eddie Van Feu

Nossa! O tempo voou! De repente, já é a final! E em poucos meses, todo mundo esquecerá esses pobres coitados que brilharam durante todos esses meses. Na nossa semifinal, tivemos a volta pra casa dos sobreviventes, com direito a histeria, lágrimas, gritos e tudo o mais. Depois, tivemos as apresentações com três músicas cada candidato. Na primeira apresentação, a escolha foi deles. Na segunda, foi o produtor. Na terceira, foi o júri. O resultado foi um programa com músicas desconhecidas e meio chatinhas. Com exceção da Haley, que escolheu esse dia para brilhar. O júri se dividiu, mas pra gente aí em casa, Haley se destacou nas três apresentações, com repertório que incluía Alanis e Led Zepelin. Cantou com o pai na guitarra, caiu no palco, mas levantou, sacudiu a poeira e continuou. Foi a melhor surpresa do dia.


Éramos três...

Infelizmente, a América é cheia de caipiras. Scotty, que pela primeira vez me deu sono, continua blindado e segue triunfante rumo à coroa. Lauren, que tem uma voz bonita, mas é chatinha pra caramba, sobreviveu. E nós perdemos nosso último baluarte do alternativo, seja blues, rock ou jazz. Haley se despediu cantando a música que a colocou no mapa da competição (porque até então ela era invisível). E ao som de Benny and the Jets, ouvimos sua promessa de que isso é só o começo e que ela vai voltar.

Ainda achamos aqui que Haley canta bem e tem futuro. Ela estava confiante de ter feito um bom trabalho (e fez mesmo!), e ficou surpresa ao ver que perdeu. Nós também. O problema pode ter sido o carisma. A Haley não tem nenhum. Infelizmente, carisma é assim mesmo. Algumas pessoas têm, outras não. Talvez, se ela usasse bastante poção do Sol... Já Lauren e Scotty têm carisma sobrando e o público os compra. A tristeza fica com a perda da única pessoa que foi interessante nessa semifinal, o que nos levará a uma final bem chatinha... A Lauren sempre foi chata, mas o Scotty já foi interessante. Rezemos para que ele consiga voltar ao que era, ao invés de entrar na fôrma e ficar chato.


Haley hoje e nos tempos em que cantava junto com a família.
Quarta-feira na SONY tem a decisão AO VIVO! Quem for desocupado e quiser me seguir pelo Facebook lerá os comentários minuto-a-minuto e na quinta-feira a crítica final aqui na página de Séries. Até!