segunda-feira, 31 de maio de 2010
Mais um de Patrick Boivin
Confira o Iron Baby na página principal do Alcatéia. Ele dá crédito ao programa Drangon Stop Motion. Tomara que ele esteja ganhando muito para fazer essa propaganda. Honestamente, não há programa de computador que ensine a fazer a animação do Bruce Lee. Isso tá muito perfeito.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Eu não perco o American Idol - FINAL

por Eddie Van Feu



Mas o que o povo quer mesmo é saber quem ganhou! Crystal estava atacadíssima! Pela primeira vez ela pareceu usar todas as cartas na manga e realmente se empenhar em ganhar. Se enrolou toda pra entrar. Errou o momento, deixou cair o microfone, voltou pro lugar errado, mas tudo bem! Pela primeira vez, ela estava à vontade. Ela sabe, como Adam Lambert sabia, que não importava mais quem ganhasse. Ela já está feita! As ferramentas já estão na mão dela. A menos que caia um planeta na cabeça dela, Crystal já é uma artista bem sucedida.
Lee estava nervoso. Fez boas escolhas, cantou bem, mas dispersou muito. Nem acreditou quando ouviu seu nome. Sim, apesar de Crystal ser a favorita, foi Lee quem surpreendeu e ganhou o páreo. Quem diria! Mas como isso foi acontecer?Bom, Renato apontou para o sonho americano. Lee teve um crescente. Começou fraco, veio de trás de um balcão e de repente alçou vôo, mesmo sendo profissionalmente inferior a outros concorrentes. Isso pode ter cativado o público. Eu aponto para o fator comercial. A voz de Lee é mais contemporânea, mais moderna, mais comercial mesmo. É ele quem as pessoas querem ouvir no rádio. Crystal é ótima, mas talvez meio demodê para o público americano.
E ainda tem o fator Casey! Depois que o loirinho bonito saiu, suas milhares de fãs ficaram órfãs, perdidas e desorientadas. Pra onde correr? Para o que sobrou, ué! Os dois tinham o mesmo tipo de voz, essa coisa meio rouca, gostosinha de se ouvir. E o Lee, uma vez por dia, faz uma cara que não é da pizza da semana passada.
E assim termina mais uma edição. Renato está reclamando que não consegue ganhar um único American Idol. Quando eu torci pra Jordin Sparks, ele torceu pra Melinda Doolitle. Jordin levou. Quando ele torceu pra Brooke White, eu torci para o David Cool. David levou. Quando nós dois torcemos para o Adam Lambert, o Kris levou. Acho que desvendei o mistério! Não sou eu quem tem o beijo da morte! É o Renato!!!
A gente fica por aqui! Até a próxima, talvez derradeira, edição do American Idol!
Crystal hoje e quando cantou no Woodstock nos anos 60
E O GRANDE VENCEDOR!!!!
Lee hoje, feliz da vida, e no tempo que caçava fantasmas por aí
LEIA AS CRÍTICAS ANTERIORES:
American Idol Top 3
American Idol Top 4
American Idol Top 5
American Idol Top 6
American Idol Top 7
American Idol Top 9 (de novo)
American Idol Top 9
American Idol Top 10
American Idol Top 11
American Idol Top 12
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Conheça o Morrice

Sempre que der a gente vai divulgar alguma banda aqui por essas bandas.
Saia da toca e manda a sua aqui pra gente.
renatorodrigues72@gmail.com
terça-feira, 25 de maio de 2010
LOST: O fim de uma era ou o fim da picada?

Hurley avisou logo nos primeiros 15 minutos deste episódio final: “Tenho um mal pressentimento sobre isso”, citando a frase presente nos seis filmes da série Star Wars.
Lost acabou! Único herdeiro realmente genuíno de Arquivo X, em ambição, abrangência e sucesso, Lost tinha seu brilhantismo na forma extremamente ousada e talentosa com que subverteu um cânone da narrativa. Geralmente, uma história é guiada pela trama ou pelos personagens. Um ou outro pode se sobressair aqui e ali, mas um deles, necessariamente, dominará toda a estrutura da história. Lost conseguiu a façanha de mostrar uma trama extremamente complexa, abarrotada de perguntas e mistérios e ainda assim mostrava histórias firmemente baseada em seus personagens, todas as semanas. Os fãs se fascinavam e quebravam as cabeças com teorias mirabolantes sobre os milhares de detalhes da trama ao mesmo tempo em que se apaixonavam por, literalmente, dezenas de personagens belos, complexos e críveis.

Sim, a série teve altos e baixos. Os primeiros nove episódios da terceira temporada foram tão chatos que obrigou os criadores a colocarem rapidamente ordem na casa e propósito aos episódios, e a segunda metade foi bem melhor. Isso também gerou um fato inédito implacável indústria televisiva americana. Séries lutam, temporada a temporada (e, às vezes, episódio a episódio) para ficarem no ar e serem aprovadas para o ano seguinte. Pois Lost, após a irregular terceira temporada, programou seu final: seriam mais 48 episódios divididos em mais três temporadas, para que a história pudesse ser desenvolvida de forma correta, bem planejada e com um final de verdade, não algo feito às pressas porque a emissora resolveu cancelar a série faltando três episódios para o fim da temporada. Com isso, era de se esperar uma história cuidadosamente planejada com três anos de antecedência para nada dar errado, certo? Certo? CERTO????

Mas que vida triste essa dos nerds! Vivemos nos apaixonando por séries que terminam mal! O último episódio de Lost desnudou o rei de forma constrangedora.
[SPOILER ON!!!]
As duas realidades paralelas, que caminhavam, até os 47 do segundo tempo, juntinhas para, aparentemente, um objetivo comum, mostraram-se completamente desvinculadas. Na verdade, a realidade paralela não tem nada, NADA a ver com Lost, nem com a linha de tempo, nem com a história, nem com os mistérios, nem com a maldita bomba atômica! De repente, estamos vendo uma adaptação de Violetas na Janela e a melhor série da década vira uma aventurinha cardecista. É tão alienígena à Lost que parece uma fanfic! E se realmente assim o fosse, teria enormes méritos, pois seria uma história muito bem bolada para um fã homenagear a série. A mensagem até que é legalzinha! Todos estavam ali após suas mortes (Hurley e Ben devem ter vivido mais uns 200 ou 300 anos), mas sempre com um peso nos corações imaginando como seriam suas vidas se o avião nunca tivesse caído. E assim eles viveram nessa grande ante-sala do paraíso, até que conseguissem lembrar de suas vidas, aceitarem a vida que tiveram e poderem seguir adiante. Suas vidas, apesar de trágicas, foram significativas pelos laços que criaram uns com os outros e pelos atos de amor que praticaram. Foi interessantíssimo Ben ter se recusado a seguir com os outros por culpa, pois, mesmo se redimindo de seus erros e se tornando o novo Richard da ilha, ele não se julgava digno de sair dali (até em final ruim, Ben é o melhor!) É, bem bonitinho. MAS QUE DIABOS ISSO TEM A VER COM AS GRANDES QUESTÕES DE LOST??? Sendo bastante honesto, essa trama nada mais é do uma reciclagem new age de uma velha teoria da internet de que todos estavam mortos na ilha de que aquilo era o purgatório (ou o inferno, sei lá).
[SPOILER OFF!!!!]

A VERDADE É QUE: JJ Abrams não tinha revelações tão bombásticas quanto ele gostaria e quanto ele julgava que os fãs esperavam. Ele então, malandramente, criou um mistério exclusivo da sexta temporada e esperou que a bombástica revelação final desse mistério pudesse passar pela bombástica revelação da série. Surpresa! NÃO FUNCIONOU! Se as respostas não eram tão fantásticas e as revelações não tão bombásticas, mais honesto seria se ele simplesmente ESCREVESSE BEM com o que tinha. Mas ele preferiu um artifício desonesto, tirado do nada, para tentar dar aquela sensação de OOOOOHHHH na cena final.
Sem entrar no mérito de coisas que não batem muito bem no mundo paralelo (o que me faz tremer de horror com a possibilidade do Abrahams ter começado a sexta temporada sequer sabendo ainda como ia terminar), o final de Lost parecia final de outra séria, não a da que estávamos vendo há seis anos. Entendo que a pressão era gigantesca e que Abrahams pode ter se desesperado por não ter o final bombástico que todos estavam esperando. Mas não justifica um erro dessa proporção.

Para encerrar, um fato curioso: um amigo meu, que gostou muito do final, destacou que as “pessoas de ciência” detestariam o final, mas as “pessoas de fé” são as que gostariam. No Twitter e em outros cantos da internet, vi referências a essa mesma divisão para definir os times dos que amaram ou odiaram o final. Eu gostaria de dizer algo sobre as “pessoas de fé”. Pessoas de fé assinaram TV a cabo. Pessoas de fé baixavam religiosamente os episódios dos torrents, compravam DVDs a preços astronômicos, e recompravam tudo em Bluray a preços exorbitantes! As pessoas de fé encheram o precioso do Sr. J. J. Abrams de dinheiro, todos na mais profunda e inabalável fé de que ele sabia o que estava fazendo! As pessoas de fé foram traídas.
Eu não perco o American Idol - SEMI FINAL

Concorrendo com o esperadíssimo final de Lost na AXN, o American Idol nos deu uma apresentação morna e meio “just OK”. Mas valeu a pena o passeio assim mesmo.
Agora com três concorrentes, começamos a pensar em quem gostaríamos de ver no palco, em quem gostaríamos de ouvir. Crystal, Casey e Lee parecem ótimas pessoas que ganharam sua chance para brilhar e a aproveitaram. Mas algum deles tem aquele “must”, aquele “je ne sais quoi” que esperamos ver num ídolo?
Sei lá! Quer dizer, Crystal já nasceu cantando, mas parece livre demais pra se adaptar a uma indústria que anda desesperada para se manter. Casey parece ter vindo a passeio de carona porque é bonito. E Lee não parece alguém que encheria um estádio. Mas quando eles cantam... É aí que temos uma idéia melhor, embora pouco exata do que estamos afinal procurando.

Casey começou com uma música sem graça e desconhecida. Não impressionou, não impactou, não aconteceu. Tudo bem, tem uma segunda chance. A segunda música, escolhida por Randy e Kara, foi melhorzinha, mas porque eu sou menina, e todas as meninas vão votar no Casey mesmo.
A primeira música cantada pela Crystal foi outra sem impacto, sem interesse, sem o fator UAU!. A essa altura do campeonato, tem que se apostar numa música com clímax. Mas Crystal vive num mundo só dela e se você quiser, ela até deixa você ouvi-la. A segunda música de Crystal foi escolhida pela Ellen. Foi legal. O Renato gostou. Eu preferi o Casey. No final das contas, esqueci as duas músicas no segundo comercial.
Agora, a surpresa ficou com Lee! Arrebentou na primeira e, na segunda, ganhou de presente do tio Simon a música coringa que todo mundo canta quando está desesperado para se salvar. É a coringa de ouro, Halelluiah, que salva todo mundo. E quando todo mundo achou que ele ia sentar num banquinho e cantar sob a luz, esquecendo que não é o Casey nem o Tim pra isso funcionar com ele, eis que ele me aparece com ligeiras mudanças nos acordes, com uma aspereza mais roqueira, um coro vindo da luz atrás dele, e muitos arrepios. Foi DEMAIS. Lee tem obrigação de mandar um presente todo Natal para o Simon pelo resto da vida! Queria eu ganhar um presente desses!

Ao final, posso lhe dizer que a Crystal arrebenta. Renato disse que torce por ela desde o começo, mas não compraria um CD dela. Eu respondi que pegaria emprestados os CDs que o Ricky compraria, mas eu mesma não comprava não. Foi quando percebi que eu compraria CDs da Didi e da Lacey, mas não da Crystal. E apesar de torcer para o Casey, também não compraria um CD dele. Mas compraria um do Lee. Não veria um show dele, nem compraria um DVD do show. Mas certamente compraria um CD dele!Crystal nasceu pronta, mas será que segura a onda perto do Lee?
Lee está salvo! Bom, nenhuma surpresa até aí, até porque americano adora a história do proletariado que supera as expectativas. E quem deixa o programa é o bonitão Casey, que ficou feliz de chegar até ali! Eu adoro o Casey, mas tudo bem. É hora de voltar pra fazendinha dele no Texas. Agora, a gente aqui em casa exige uma coisa! Saber o que diabos o Casey tinha na caixa! Ele disse que ia dizer e cadê? Teremos que ver a final de Lost pra descobrir?
Foi lindo ver o Casey cantando com a menininha que parece filha dele e se despedir com classe! Agora, vamos ver que bicho dá amanhã! Anos 60 ou Anos 90?

Os 30 anos de O Império Contra Ataca

Esse mês a revista da Mônica fez 40 anos e o PAC-MAN e "O império contra-ataca" fizeram 30! ALGUÉM FAÇA O TEMPO PARAR!!!!
"The empire strikes back", o segundo capítulo da trilogia original de "Guerra nas estrelas", é considera como uma das melhores continuações do cinema.
Depois de mudar a ficção científica com Star Wars – Episódio IV: Uma Nova Esperança, George Lucas teve carta branca para produzir a sequência e aperfeiçoar ainda mais a tecnologia mostrada no primeiro filme. Os novos efeitos e as reviravoltas de roteiro devem ter deixado as pesoas penduradas na cadeira dos cinemas.
Eu, que vi na Globo, fiquei fulo da vida esperando pela continuação, imagina como deve ter sido para quem viu nos cinemas aquele final com cara e To be continued.
Então, para comemorar, vamos brindar também aos 60 anos do filme original. Pelo menos de zoação! Um gaiato fez um trailer de The empire strikes back se fosse feito nos anos 50. E o pior é que eu conheço muita gente que iria acreditar nisso. E você?
A EMOÇÃO DE VER NA TELONA
Ricky Nobre lembra como foi assistir ao filme na época.

Convidado, aqui estou. Assisti sim, ao impecável Episódio V em tenra idade no cinema. Porém, não na estréia (isso eu fiz em 80 com Superman II), mas em 1983, no cinema América, na Praça Seans Peña, no Rio. Naquela fase pré home video (o video cassete tinha acabado de ser lançado no mercado brasileiro), os cinema tiravam uma graninha reprisando filmes meses antes das estréia das continuações. Já tinha assistido o Episódio IV, no final de 82 ou início de 83, no Cinema III, um poeira de cadeira de pau, mas que meu proporcionou, entretanto, a oportunidade de assistir todos os filmes da série no cinema e na ordem.
Embasbacado que estava, do alto dos meus 11 pra 12 anos, com Guerra nas Estrelas, fui empolgadíssimo, com mamãe, minha fiel escudeira, assistir à continuação, o que por si só foi uma surpresa. Sabia que existia um filme com o nome de O Império Contra Ataca, mas não fazia idéia de que tinha relação com Guerra nas Estrelas. Saí do cinema com uma certeza que me acompanha até hoje: era infinitamente melhor que o primeiro filme. Era diferente, era assustador, dramático, parecia mais sério, mas "de adulto" (e foi censura livre, enquanto o primeiro filme foi censura 10 anos...). Han Solo congelado, Luke perdendo a mão (cena chocante!) e a absurda revelação... "Não, Luke. EU sou seu pai".
Um final sem resolução. Todos os heróis ferrados até o talo. Eu nunca tinha visto nada parecido.
Hoje, sei muito mais sobre os motivos que tornam esse filme o melhor da série, como ele contribuiu, sozinho, para a maior parte da mitologia de Star Wars e como ele, também sozinho, faz toda a saga parecer melhor do que é. Mas há 27 anos, ele foi o primeiro filme a me levar em uma jornada à escuridão. E saí querendo mais!
Aí o Lucas me deu os Ewoks, mas isso é outra história. (Ricky Nobre)
domingo, 23 de maio de 2010
CLÁSSICOS DA ALCATÉIA

PS: Infelizmente nossa visualização do blogspot é uma merda e a imagem sai cortada, então sugiro clicar em cima e ver no prórpio You Tube.
Good times...
sábado, 22 de maio de 2010
O BAT-SPIRIT-MANDRAKE...

por Renato Rodrigues
A NBC vai apostar em The Cape. Vince Faraday é o policial boa praça que, depois de incriminado e dado como morto, precisa provar sua inocência para a força policial e para sua família. É melhor ver abaixo o trailer oficial e você vai meio que entender porque chamei de BAT-SPIRIT-MANDRAKE.
Ah, se passar por aqui eu vejo.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Eu não perco o American Idol IX

Vamos começar pelas apresentações. Lee apareceu como alguém que estava pintando a sua casa e de repente lembrou que tinha um compromisso. Estilo à parte, achei legal a apresentação, embora nem um pouco inovadora. Lee foi esperto e atacou com o tema de Batman Eternamente, a única coisa que presta naquele filme. O tema aliás era esse. Músicas de cinema. E foi aí que todo mundo tropeçou.
Big Mike cantou o tema de Free Willy, deixando o Simon muito confuso. Ao que parece, Simon ainda não sabe que inventaram o cinema e o DVD e boiou em quase todas as apresentações. Em defesa do moço, vamos admitir que tinha coisa melhor pra se escolher. Mesmo assim, Michael Linch foi bem.
Crystal cantou uma música do Clube dos Pilantras, uma comédia. A música era fraca para uma noite decisiva, mas o júri amou. Enfim, estávamos aqui em casa numa tremenda contra-mão! Quem eu mais gostei, Casey e Lee, foram espancados com vara de marmelo. Quem eu achei "Just OK", Big Mike e Crystal, foram ovacionados.
Nas apresentações de duplas, qualquer um que ficasse com a Crystal se daria bem. Sabemos que a Crystal é o Tom Cruise em filme de destruição ou Sayd em Lost. É ela que você segue pra tentar se salvar. Lee deu uma tremenda sorte! Numa dupla meio Jane & Herondy, cantaram um para o outro, causando frisson. A gente até acreditava que o Lee tinha alguma personalidade, mas era só um reflexo da Crystal. Sim, foi lindo! Não faço idéia de que filme era essa música, mas era linda!

E Renato me disse para dar adeus ao Casey! Ele ia morrer, nós já sabíamos, como sabemos quem vai morrer naqueles filmes de tragédia. Imagine a nossa surpresa ao ver Casey escapando! Lee o seguiu. Casey ficou tão confuso que quase errou o caminho. Nem falava direito depois. Assim como nós, ele tinha certeza de que ia voltar pra casa. Há um momento em que ele quase volta, achando que Ryan tinha se enganado.

Mas não foi preciso! Crystal fica, claro, mostrando que ela pode fazer qualquer coisa (e pode mesmo) que ainda terá seu público. Big Mike poderá sustentar sua família gravando CDs R&B e fazendo firulas com a voz. E todos podemos ficar felizes até semana que vem!

terça-feira, 18 de maio de 2010
ENNIO MORRICONE E BJÖRK: vanguarda e experimentalismo premiados na Suécia.






TRIBUTO A JOHN WILLIAMS no Teatro Municipal

Nos dias 21, 22 e 23 de maio a Orquestra Sinfônica Brasileira, repetirá no Rio o antológico concerto Tributo a John Williams, que fez parte da temporada da orquestra no ano passado. O Ricky Nobre esteve lá no primeiro tributo e pelo que contou foi muuuito legal. E nem precisa ser rato de trilhas sonoras pra curtir, teve luta de espada Jedi e tudo!
O repertório incluirá temas dos filmes Harry Potter e a Pedra Filosofal, Jurassic Park, Caçadores da Arca Perdida, A Lista de Schindler, Prenda-me se for Capaz e É CLARO, Tubarão, Guerra nas Estrelas e SUUUUPERMAN!!!
O concerto ocorrerá no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e os ingressos já estão à venda nas bilheterias de lá e também através da Ticketronic:

Dia 21/05 (sexta) às 20h
ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA – SÉRIE FORA DE SÉRIE
Dia 22 (sábado) às 20h
CONCERTOS DA JUVENTUDE
Dia 23 (domingo) às 11h da manhã
Abaixo um vídeo o primeiro tributo pra dar um gostinho:
segunda-feira, 17 de maio de 2010
HOMEM DE FERRO 2: Metal pesado, porém diluído.



Todos os vilões caídos na foto acima escorregaram na própria baba.
De início, o segundo filme encarava uma grande dificuldade. Geralmente, continuações de filmes de super heróis têm a vantagem de não precisar perder tempo narrando a obrigatória origem. No caso do Homem de Ferro, essa origem foi tão bem narrada e tão fiel à história original que se tornou um dos pontos altos, senão o mais alto do filme. A continuação, portanto, necessitaria de algo tão bom quanto para prender o público como o primeiro. Foi anunciado, assim que o primeiro filme estourou e a Marvel decidiu pela continuação, que ela trataria do alcoolismo do protagonista. Não foi o que aconteceu. E pode parecer exagero ou frescura, mas esse é, provavelmente, o grande problema de O Homem de Ferro 2.

Alguém acredita que Mickey Rourke já foi galã?
Objetivamente, o grande problema parece ter sido a substituição do excelente time de quatro roteiristas responsável pelo primeiro filme, pelo ator Justin Theroux, cujo único credito por roteiro foi no recente Trovão Tropical, uma comédia hardcore no estilo ame-ou-odeie. Theroux acertou nos diálogos de Stark, dando chance a Dowey Jr. de brilhar como no filme anterior, com frases antológicas como “eu privatizei a paz mundial com sucesso.” Mas a estrutura do roteiro é falha, muito provavelmente por ter sido emendada. A ausência do vício de Stark é coberta com uma trama envolvendo o envenenamento pelo paládio contido no reator da armadura. Uma cena de bebedeira permaneceu, mas não proveniente do vício, mas sim do medo da morte eminente.
Fica constrangedoramente claro que a trama do alcoolismo foi retirada após o roteiro ser escrito e substituída pela trama do paládio. A porção central do filme, meio parada, poderia ter sido bem mais dramática com a história original. Teria a Paramount vetado a possibilidade de um herói alcoólatra? Isso poria por terra a comemorada independência da Marvel ao se tornar um estúdio.

O vilão também é um problema, como era de se esperar, pois o Homem de Ferro nunca teve vilões memoráveis. Aqui, chegaram a misturar dois vilões, Crimson Dynamo e Whiplash, pra ver se funcionava. Mickey Rourke até se sai bem, mas a luta final ficou longe de ser verdadeiramente climática. Foi usado também Justin Hammer, o financiador de vilões, de forma convincente. É bom ver Nick Fury em participação de maior destaque, e Scarlet Johansson está suculenta de Viúva Negra (que, aliás, nunca chega a ser chamada por esse nome). Há boas citações a diversas armaduras dos quadrinhos, como a vermelha e prata, apresentada como a versão portátil (armadura da mala).

Homem de Ferro 2 é um filme divertido, mas bem inferior ao antecessor. Já arrecadou 420 milhões de dólares, então foi anunciado o terceiro filme, a ser lançado em 2012, junto com Os Vingadores (e um suposto filme do Nick Fury). Vamos esperar que o Thor que Kenneth Branagh e o Capitão América de Joe (aham) Johnston sejam mais corajosos e bem escritos. Do contrário, o primeiro Homem de Ferro permanecerá sendo o único grande acerto da Marvel como estúdio de cinema.
NOTA: 3/5
SMALLVILLE... ME ENGANA QUE EU GOSTO!
por Renato Rodrigues
A gente de vez em quando malha Smallville, que já deu o que tinha que dar, que é um chove não molha do caramba, que o Clark é um mané que nunca toma uma atitute... mas aí a WB vem e me aparece com um video que nem esse e a gente fica babaaaando...
Isso deve ser o maior 171... Eu sou mesmo um mané em cair nessa.
domingo, 16 de maio de 2010
HEROES SUBIU NO TELHADO

por Renato Rodrigues
A produção do seriado Heroes vai ser encerrada após o final da atual temporada, a quarta. Pra quem está acompanhando via Torrent, o último episódio fica sendo o "Capítulo 18 - Admirável Mundo Novo", exibido em fevereiro nos EUA.
As últimas temporada foram decaindo em audiência quase ao mesmo tempo em que subiam os downloads. Segundo o site da "TV Guide", a NBC cogitou produzir mais alguns episódios, para ver a reação do público, mas desistiu por conta do alto custo da série.
Eu vi a primeira temporada amarradão... a segunda nem amarrado. Depois disseram que deu uma melhorada pra depois escafeder tudo. Por isso, nesse caso, nem dá pra culpar os downloads porque a série estava ruim mesmo!Momento ironia: "Admirável Mundo Novo" é este que as Redes de TV estão enfrentando. Com as facilidades de se baixar séries som depender de horários e pulando os comerciais, as emissoras devem estar roendo os dedos dos pés em busca de alternativas... Eu não faço idéia de como será esse admirável mundo novo.
[Atualizado hoje] FlashForward também m-ó-r-r-e-u!!!! Antes ela do eu!
[Atualizado 19/05] - Mas séries que dão adeus: Old Christine, Ghost Whisperer, Accidentally on Purpose, Cold Case e Numb3rs
quinta-feira, 13 de maio de 2010
MÔNICA QUARENTONA
O número 1 (na imagem) saiu pela Editora Abril. Em 87 ela pulou pra Globo e em 2007 para a Panini. E foi esta última que nos deu um presentaço: a coleção trazendo os primeiros números de todas as revistas (Mônica, Cebolinha, Cascão, Chico Bento e Magali). Já está na banca o box número 16, eu acho. É muita coragem investir em um lançamento mensal de revistas dos anos 70. Estou comprando todas!

Então parabéns pra Mônica e muitas coelhadas de vida!