segunda-feira, 30 de maio de 2011

AMERICAN IDOL - Final!!!

por Eddie Van Feu

Como previu o oráculo, a final competitiva do American Idol foi especialmente chata. Com a saída de Haley no programa anterior, só nos sobrou Scotty e Laura, dois caipiras que nos brindaram com um Sabadão Sertanejo. Foi tão chato, tão chato, que sinceramente não valeu muito a pena. Felizmente, foi rápido!
Agora, a final do resultado foi DEMAIS! Quem perdeu, dê um jeito de ver, pois toda a diversidade que pontuou o programa desta décima temporada estava lá, com a presença dos candidatos eliminados, como James Durbin cantando com Judas Priest, Casey cantando com Jack Black, com o qual já tinha sido comparado em algum momento. Lady Gaga surpreendeu emulando sexo num programa família (que com Steve Tyler já deu um passo na direção dos rebeldes de plantão) e o maridão da J. Lo colocou um pouco de tempero picante na apresentação onde mostrou o mulherão com quem divide a vida, matando todos os homens do mundo de inveja (e deixando as mulheres muito confusas, porque ninguém ainda sabe o que exatamente a J. Lo viu nele...).

Lauren quando cantava com as Paquitas e hoje
As brincadeiras entre os participante foram uma atração a parte, incluindo os figuras da temporada (que nem foram tão figuras assim) e os comentários com os candidatos. O quadro onde Casey e James competem para saber qual foi a eliminação mais chocante é hilário.
Mas não foi só isso! Ainda tivemos Tonny Bennet, Tom Jones e Beyoncé, todos cantando com nossos candidatos. Tivemos bom humor, muita luz, fogos e finalmente, o resultado! E Scotty ganhou! Na verdade, o moço ganhou no momento em que mostrou seu vozeirão lá nas primeiras escolhas e respondeu com um “Thank you, madam”. O menino chorou, mas cantou assim mesmo, e agora sabe que sua vida vai mudar pra sempre MESMO.
A Sony infelizmente não sabia que eu jogava tarô e jogou com outra pessoa. Então, quando o programa terminou, eles colocaram a chamada da vitória da Laura! Acho que andaram aprendendo com a FOX...

Scooty quando trabalhava na MAD e hoje campeão do Americal Idol!

terça-feira, 24 de maio de 2011

THOR E SUAS QUALIDADES INVISÍVEIS

por Patrícia Balan
Confesso que gostaria deste filme, mesmo se não gostasse. Estava doida para ver outro filme da Marvel e ver outro Shakespearish de Kenneth Bragnagh. Quando me disseram que eu veria os dois ao mesmo tempo, fiquei doidinha! Se alguém quiser uma crítica imparcial, manda o Ricky Nobre voltar a escrever. Eu vou soltar meu verbo e minha tietagem.

O deus do trovão é estourado demais, mas muito bem articulado.

Thor tem problemas... Não Thor, o personagem, mas o filme. Se bem que o deus do trovão tem um sério problema de atitude, sim. É um irresponsável, fanfarrão, inconsequente, grosso feito parede de igreja e burro! O homem é lindo, mas é burro feito uma porta! É a criatura mais previsível e controlável da face de Asgard. Falando nela...

Asgard é um problemão. Ela parece ter sofrido um extreme makeover do decorador de Tron. O paraíso nórdico high-tech pode não ter agradado a maioria. As panorâmicas do pessoal da pintura digital devem funcionar que é uma beleza em 3D, mas a mulinha aqui deixou para ver Thor muito tarde - assim como outros lobos daqui - e acabei perdendo a oportunidade. Em 2D o filme perde bastante, mas os personagens continuam tridimensionais.

Lady Gaga e o estilista de Tron deram uns pitacos no figurino. Até que ficou legal.

O figurino, por incrível que pareça, não sofre os apertos que o cenário sofreu. As armaduras ficaram bem tronzadas - e eu faço este trocadilho medonho com a melhor das intenções. Sir Anthony Hopkings chegou a dizer que "não era necessário atuar" quando ficou frente a frente com seu filho, Chris Hemsworth, com o figurino no estágio final.

"Tira essa roupa preta porque tu é moleque!"

Hemsworth já justificou o preço da entrada no trailler, quando aparece sem camisa. Apesar disso eu confesso que fiquei muito preocupada com esse Thor com cara de neném. Agora, com o filme ainda fresquinho na cabeça, posso falar sem nenhuma vergonha e cheia de preconceito: ator australiano é como comediante cearense - a coisa raramente desanda. E como bônus, vem sempre uma vozinha roncada, sexy e um corpitcho de tirar o fôlego. Natalie Portman mais ri do que fala quando contracena com o deus nórdico. Mais uma que não precisou representar.

Thor disfarçado de Dr. Blake, disfarçado de autraliano irresistível, disfarçado de pedaço de mau caminho.

Mas, gente... Onde há fumaça há fogo. O diretor foi Kenneth Branagh. Esse é o cara que popularizou Shakespeare. O coleguinha de teatro dele, Tom Hiddleston fez teste para Thor, mas terminou como um Loki fofinho, gatinho e elegante. Rene Russo tá lá, linda como sempre. Colm Feore faz outro vilão de tirar o chapéu (Lembram de A Batalha de Riddick? O Lord Marshall é tudo, menos Riddickulo). Ray Stevenson faz um Volstagg pouco volumoso, mas muito carismático. Isso sem falar dos personagens secundários que deixam a gente com saudade, pois são muito mais que ornamentos para o cenário. O DJ Idris Elba faz um Heimdall muito chique depois de uma interpretação medíocre em Rock'nrolla. É muita gente que não era boa, e que ficou boa, contracenando numa boa com gente muito, muito, muito boa na arte de interpretar! A linguagem rebuscada e um pouco ridícula de Thor nos quadrinhos está lá! Só que ela foi tão polida pelo meu amado K.B. que não se nota a passagem de Asgard para Midgard - esse fim de mundo para onde Thor foi escorraçado.

Tom Hiddleston fez um Loki com motivações compreensíveis. Um excelente antagonista para um Thor esperto como um gato morto.

Os personagens têm identidade e carisma, por menor que seja a participação. Todo mundo é bem articulado demais e ninguém nota. Todo mundo é elegante demais e ninguém nota.

Olha um spoiller! Levinho, mas spoiller...

Não tem vilão nem herói nessa história e ninguém nota.

Desespoillei! Podem voltar a ler.

Kenneth Branagh, com um currículo cheio de filmes onde todo mundo já conhece a história, brinca com o óbvio e consegue levar a gente por um caminho mais que conhecido mostrando tudo o que um olhar descuidado deixou passar.

Num encontro de Henrique V com Hércules da Disney, o filme narra o início das aventuras do deus do trovão, Thor, no que diz respeito aos quadrinhos. O loiraço barbudinho está pronto para assumir o trono de Asgard quando um ataque pequeno demais para justificar uma guerra, mas sério o bastante para despertar o George W. Bush dentro do previsível príncipe marombado, acaba com a festa. Thor precisa provar seu valor antes de subir ao trono. O irmãozinho Loki tenta dar bons conselhos e chamar seu irmão à razão, mas ninguém escuta esse menino tão magrinho e bem intencionado e tão menosprezado pelo pai grandão e imponente.

Shakespeare e Stan Lee - tudo a ver!

Veja Thor ainda essa semana ou tenha um pouquinho mais de boa vontade com o filme em DVD. Atores tão bons não escolhem um filme de quadrinhos sem um motivo além do simples pagar o aluguel. Gente tão bacana não faz trabalho sem graça, mas faz trabalho invisível. Você vai descobrir a diferença se saborear o filme com um pouquinho mais de atenção e só um pouquinho menos de pipoca.

"Quero virar corno se eu estiver mentindo!"

Curiosidade: não foi só na tela que os irmãos batalharam. (Ah, qual é, gente? Isso não é spoiller! Loki é o deus da trapaça - como é que ele pode NÃO ser o vilão?!) Um dos finalistas para o papel de Thor foi o ator australiano Liam Hemsworth. O sobrenome é familiar? Pois a disputa final ficou entre os irmãos Chris e Liam. Chris Hemsworth disse que não sobrou nenhum amargo da disputa, pois tem certeza que seu irmão torceu para ele o tempo todo. Espera só ele chegar em casa! Tem gente que não aprende nunca!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

AMERICAN IDOL - Top 3

por Eddie Van Feu

Nossa! O tempo voou! De repente, já é a final! E em poucos meses, todo mundo esquecerá esses pobres coitados que brilharam durante todos esses meses. Na nossa semifinal, tivemos a volta pra casa dos sobreviventes, com direito a histeria, lágrimas, gritos e tudo o mais. Depois, tivemos as apresentações com três músicas cada candidato. Na primeira apresentação, a escolha foi deles. Na segunda, foi o produtor. Na terceira, foi o júri. O resultado foi um programa com músicas desconhecidas e meio chatinhas. Com exceção da Haley, que escolheu esse dia para brilhar. O júri se dividiu, mas pra gente aí em casa, Haley se destacou nas três apresentações, com repertório que incluía Alanis e Led Zepelin. Cantou com o pai na guitarra, caiu no palco, mas levantou, sacudiu a poeira e continuou. Foi a melhor surpresa do dia.


Éramos três...

Infelizmente, a América é cheia de caipiras. Scotty, que pela primeira vez me deu sono, continua blindado e segue triunfante rumo à coroa. Lauren, que tem uma voz bonita, mas é chatinha pra caramba, sobreviveu. E nós perdemos nosso último baluarte do alternativo, seja blues, rock ou jazz. Haley se despediu cantando a música que a colocou no mapa da competição (porque até então ela era invisível). E ao som de Benny and the Jets, ouvimos sua promessa de que isso é só o começo e que ela vai voltar.

Ainda achamos aqui que Haley canta bem e tem futuro. Ela estava confiante de ter feito um bom trabalho (e fez mesmo!), e ficou surpresa ao ver que perdeu. Nós também. O problema pode ter sido o carisma. A Haley não tem nenhum. Infelizmente, carisma é assim mesmo. Algumas pessoas têm, outras não. Talvez, se ela usasse bastante poção do Sol... Já Lauren e Scotty têm carisma sobrando e o público os compra. A tristeza fica com a perda da única pessoa que foi interessante nessa semifinal, o que nos levará a uma final bem chatinha... A Lauren sempre foi chata, mas o Scotty já foi interessante. Rezemos para que ele consiga voltar ao que era, ao invés de entrar na fôrma e ficar chato.


Haley hoje e nos tempos em que cantava junto com a família.
Quarta-feira na SONY tem a decisão AO VIVO! Quem for desocupado e quiser me seguir pelo Facebook lerá os comentários minuto-a-minuto e na quinta-feira a crítica final aqui na página de Séries. Até!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

ANJOS DA LEI COM PARTICIPAÇÃO PIRATA


por Renato Rodrigues
Johnny Depp, o pirata boa praça, vai fazer uma ponta no remake para o cinema  de "Anjos da Lei". Na série oitentista, que teve um relativo sucesso por aqui na TV Globo, jovens policiais eram recrutados para se infiltrarem em escolas americanas disfarçados como estudantes para ficar de olho na bandidagem e Depp era o protagonista.

Será um presente extra para os fãs ainda mais que o Johnny Depp logo entrou numas de dizer que "odia" televisão e papéisde galãs. E seria legal outras participações também, o elenco era bem carismático.

O longa está previsto para chegar aos cinemas americanos em março de 2012. Vamos lembrar da abertura da primeira temporada que a Globo muquirana sempre cortava?

quinta-feira, 19 de maio de 2011

AMERICAN IDOL - Quase lá!


TOP 5
A presença do produtor Jimmy Lovine foi definitivamente um ganho no American Idol. Coerente e direto, ele tem ajudado muito os concorrentes, mesmo quando estes dizem que não vão fazer o que ele quer e pronto. Nesse episódio, tivemos boas performances. Laura de repente resolver concorrer e começou a se arriscar um pouquinho mais. Scotty é blindado e está sempre fazendo bonito, mesmo quando fica meio canastra. James foi ovacionado nos últimos episódios e se tornou um fortíssimo candidato a vencedor. Quando derramou uma lágrima cantando uma música que lembrava sua família, James garantiu seu lugar na próxima semana.
Haley não foi feliz (na opinião dos jurados) na sua primeira apresentação, mas foi muito bem na segunda, cantando a única música memorável do dia, “The House of Rising Sun”, num misto de Sinnead O’Connour e Muse, que já interpretaram lindamente a mesma música. Não lembro o que ela cantou antes – e isso não pode ser bom – mas não parecia tão ruim quanto os jurados fizeram parecer. Ah! Lembrei! Ela apostou numa música ainda inédita de Lady Gaga. Não foi assim uma Brastemp, mas não foi tão ruim. O júri matou a música. A música matou a Haley.
Para minha surpresa, Ricky Nobre acha Haley uma péssima cantora. Cheguei à conclusão que eu devo ser surda, porque adoro a voz dela e realmente acho que ela sabe cantar, embora ainda não tenha se descoberto totalmente ainda (e tem gente que leva a vida inteira para se descobrir, cada um tem seu ritmo, uai!). Felizmente para mim e infelizmente para o Ricky, a América é tão surda quanto o Renato e eu e a Haley vai de mansinho conquistando seu espaço entre os finalistas.
E tivemos o Jacob. Vergonhosamente, eu não tenho a menor idéia do que ele cantou. Sim, eu vi. Sim, eu esqueci. Sim, isso é um mau sinal para ele.
O dia do resultado foi a realização da profecia do produtor Jimmy Lovine. Ele condenou a falta de controle emocional de James Durbin, acreditando que isso poderia pô-lo em perigo, apontou as falhas de segurança de Laura, discordou do júri sobre a escolha de uma música inédita de Lady Gaga, defendeu-se de um tiro da J. Lo, que achou que ele aconselhou mal a moça, e apontou Jacob como um dos mais fracos do dia, dando-lhe uma nota seis.
E então, finalmente, eu me livrei do Jacob! Nada pessoal, mas eu não o agüentava mais. E perder Casey e Paul e manter Jacob foi profundamente ofensivo pra mim. Foi como jogar fora o bife e a sobremesa para ficar com a alface.

Não sei que é quem, desisto!
TOP 4
A disputa aperta, a corrida esquenta e mais uma vez todos precisam cantar por sua vida. Bem dramático, não? O fato é que o drama não chega a estar muito presente nessa final como já esteve em outras. Quase todos parecem tranqüilos e confiantes, quase conformados com o resultado, seja ele qual for. Menos James. Este parece tenso. Este parece ser o único que realmente quer muito ganhar, alguém que colocou essa realização no topo de sua lista de sonhos.


Nessa semana, tivemos músicas de inspiração na primeira parte do programa e na segunda, com Lady Gaga, a bizarra, dando seus toques. Scotty e James ficaram nitidamente desconcertados com a moça que chegou com seu guarda-roupa e maquiagem do Circo dos Horrores, mas ela deu ótimas dicas sobre interpretação e domínio de palco. Até ensinou James a soltar os quadris (o que é uma façanha, porque como é difícil fazer homem soltar o quadril!).
Falando nele, James atacou de Journey, numa música simpática de letra nenhuma. Além do refrão (“não pare de acreditar”), não sobrou mais nada além de James dominando o palco. Haley, coitada, foi novamente apedrejada por sua escolha, uma músíca ecológica de Michael Jackson que ganhou peso na voz rouca da moça e no coral de suporte. Infelizmente, só nós lá em casa vimos isso, pois J. Lo e Randy não curtiram a escolha. Porém, o voto de Steven vale por mil e ele não se deteve ao dizer em voz alta que estavam todos errados e que a apresentação foi ótima. Menos mal, me sinto menos solitária.
Scotty foi espertíssimo e pegou uma música simplória, porém honesta, que lembrava as Torres Gêmeas e pedia mais amor ao mundo. Parece brega falando aqui, mas a música é linda e ele certamente ganhou muitos votos, ainda mais depois de algumas semanas em que Obama pegou Osama (supostamente). Laura também jogou pesado e cantou com o vestido mais lindo do mundo (eu quero um igualzinho, mas não quero o forro de oncinha) uma música desconhecida para nós sobre a importância de se fazer o que se deve, mesmo sem reconhecimento. Lindíssima a letra e ela arrasou.
Na segunda parte, tivemos James atacando de Elvis, mas sem grandes novidades, apesar da letra engraçadinha sobre uma cigana que lhe dava uma poção de amor número nove que fazia o maior estrago (Poção de Vênus??? Elvis a conhecia??? Então muita coisa está explicada...). Laura resolveu ficar sexy e cantou uma música mais saidinha. Scotty aproveitou uma simpática música sobre flertar com uma moça que tinha um pai de voz grossa que mandou ele vazar. A música era desconhecida e simples, mas Scotty, como sempre, levou o público no bico. E Haley... mais uma vez, a moça ficou zangada com o júri e detonou em sua segunda apresentação, onde cantou “I who have Nothing”, já cantada (numa versão melhor) por Jordin Sparks, a vencedora de uma edição anterior que, aliás, se apresentou no dia seguinte, o dia dos resultados.

O resultado foi diferente do que eu tinha previsto há algumas semanas, mas bateu com uma epifania que tive no meio da noite. Sim, no meio da noite, eu acordei pensando no que teria acontecido com o público carola do Jacob. E então, a verdade me atingiu como um raio e eu quase acordei o Renato pra dizer isso. Esse povo todo migrou para o Scotty, o bom moço, caipira legal, xodó das vovós, piriguete das meninas, ético, educado e, claro, religioso. Isso derrubaria alguém. Não sei porque, na hora achei ser o James.

E foi. O santo forte da Laura a segurou, a teimosia de Haley a recompensou e James, que já tinha acordado com um pressentimento estranho, chorou em sua partida. Deu pra ver que estava meio inconformado, pois repetia que tinha dado tudo de si naquele palco.

James nos anos 90 e hoje
É uma lição triste e dura. Nem sempre dar tudo de si resolve o problema ou nos dá a recompensa desejada. Por isso, devemos sempre dar tudo de nós pelo simples fato de que é isso que devemos fazer. O trabalho feito é a recompensa, o resto é conseqüência. Damos adeus a James, acreditando que ainda o veremos muitas e muitas vezes.

E foi muito legal ver Casey animado na platéia. Pra mim, ele está caidinho pela Haley!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

PRIMEIRA IMAGEM DE "Batman - The Dark Knight Rises"

por Renato Rodrigues
Saiu a imagem do vilão do próximo filme do morcegão. É o desafio assumido por Christopher Nolan de tornar o vilão mais vagal do Batman num personagem de verdade.

Na foto, Bane (Tom Hardy) o vilão que quebrou a coluna do Batman nos anos 90.

The Dark Knight Rises será lançado em 20 de julho de 2012.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

MULHER (não tão) MARAVILHA


por Renato Rodrigues
Agora é oficial, a NBC anunciou que a tão cornetada por nós série Wonder Woman não está entre as novas atrações aprovadas para esta temporada. O poderoso chefão da emissora, Robert Greenblatt, explica  pessoalmente (numa tradução do Omelete):

"Odeio desapontar as pessoas. Sei que existe uma legião de fãs da série original. Não sei se é uma maldição... Só posso falar por essa única experiência. Eles fizeram um piloto muito bom e Adrianne Palicki fez um trabalho fantástico. Você olha para o que está feito, para o que você precisa, e [a série] simplesmente não parecia se encaixar no que a gente vinha fazendo. Acabamos decidindo pelo que seria melhor para a grade. É uma decisão difícil. Você se penitencia se aprova ou se não aprova. É complicado".

Sobre a polêmica do uniforme nas primeiras fotos:

"Fiquei surpreso que houve tanta comoção. Mas isso não teve nada a ver com a nossa decisão de não aprovar a série. Eu gostei que o projeto teve bastante atenção. O debate de quem gostou e quem não gostou foi bom. E a calça era bem sexy...".
É, mundo véio... Gozado que o primeiro piloto da MM em 1967 também foi um fiasco. Pudera, foi produzido pelo galhofeiro Willian Dozier que já tinha enchido o bolso com 3 temporadas zoando o Batman de Adam West e tentava fazer o mesmo com a amazona. Se tiver coragem veja um pedaço:



Em 1974 tentaram novamente. Se vocês acharam o uniforme recente "nada a ver" saca a roupa de ginástica da Katy Lee Crosby. Resultado: O piloto foi ao ar mas foi RECUSADO com louvor. Detalhe: O único super poder dela era ser loira!



Somente em 75, Lynda Carter imortalizou a personagem e pelo visto continuará imortalizando mais um tempo. A não ser que a Warner consiga empurrar isso para outra emissora, mas até lá muítas cabeças vão rolar no caminho.

E David E. Kelley, o produtor desta Wonder Woman, deve continuar fazendo seus seriados de advogado... É SÓ O QUE ELE SABE FAZER MESMO!!!

video
You stink!!! Ihhhhh... polêmica!!!

quinta-feira, 12 de maio de 2011

É MUITA VONTADE DE TIRAR LEITTE DE PEDRA


"Claudia Leitte faz dublagem para o filme Carros 2" diz a manchete de um site de fofoca.

E a manchete exalta isso como que se fosso ÓTIMO!!! A cantora assumiu a voz de um personagem fixo na sequência do desenho da Pixar. Ela faz "Carla Veloso", criada em homenagem ao Brasil.

Não quero cair na armadilha fácil de meter malho sem ver o trabalho pronto (até porque já tem um monte de Anônimos fazendo isso no alcateia.com) mas... Quais as possibilidades de alguém que NUNCA fez nenhum trabalho como atriz fazer uma boa dublagem? Não é sempre que aparece um Chico Anisio para fazer o velhinho de "UP!"

Carros 2 estreia dia 24 de junho no Brasil. E eu verei legendado... infelizmente, porque amo dublagem.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

AMERICAN IDOL - Vários, porque estava atrasadaço!

por Eddie Van Feu
Essa postagem está atrasada (porque o Blogger tirou todo mundo do ar), então vamos falar logo de três programas seguidos. A competição está acirradíssima. Agora, é briga de foice na chuva e no escuro. É briga feia e afiada, pois só tem gente muito boa.
No TOP 7, tínhamos pessoas em perigo. Stephano tinha ido bem, mas esse rapaz estava sempre em perigo. Jacob não tinha ido bem. Lauren já foi até onde podia. E o restante continuava indo muito bem. Menos James Durbin... Ele não estava apenas indo bem... Ele estava jogando pesadíssimo! Cada apresentação sua parecia um filme do Michael Bay, e, cada vez mais confiante, James está começando a se sobressair.
Infelizmente, alguém tem que sair. Afinal, é uma competição. Infelizmente, quem saiu foi justamente a voz deliciosa e o sorriso lindo do Paul, um misto de Rod Stewart com Bradley Cooper com o guarda-roupa do Falcão. A apresentação dele foi boa, mas não tão boa quanto poderia ser. Nessa edição, uma coisa está muito clara: ninguém está salvo. Basta um erro, uma música mal escolhida, um escorregãozinho, e é ir para o banquinho.
Perdemos Paul. Fiquei triste. Preferia ter pedido o Jacob...

Paul no tempo em que dirigia um Black People Car e hoje.

TOP 6
Haley, a surpresa dessa temporada, podia ter escolhido melhor a música, mas foi bem. Casey arrebentou, como sempre. Jacob gritou e gritou e gritou numa música comovente. James apareceu com uma banda de tambores e num figurino que Steven Tyler brilhantemente descreveu como Mad Max encontra Stormtroopers em Melrose. Era uma música do Muse e James arrepiou a boca do balão, arrebentou a corda da ponte, ou qualquer maluquice que o Steven Tyler consiga dizer. Stephano deveria saber a hora de parar de seguir o conselho dos produtores. Ele se mexeu, dançou e cantou. Foi bem. Infelizmente, a música era inexpressiva e sem letra. Lauren definitivamente já deu o que tinha que dar. Concorrer com Hannah Montana só foi inteligente porque qualquer um consegue cantar melhor que a Miley Cyrus.
O resultado foi quase previsível. É hora de dar adeus para o bonitinho do Stephano. Uma pena. A presença insistente de Jacob e Lauren começa a me incomodar...

Stephano nos tempos em que morava no Central Perk
TOP 5
Agora, o bicho pegou! Tivemos apresentações em dupla com Scotty e Lauren como Jane e Erondy, Casey e Haley em blues rosnados e James e Jacob se divertindo no palco e constrangendo a mulher mais bonita do mundo (nossa amiga J. Lo, que estava com uma saia muito curta e não esperava ser arrastada para a frente das câmeras de repente). Na competição, Scotty atacou de You’ve got a Friend, o que Renato e eu chamamos de “música roubada”, ou seja, aquela música que vale alguns pontos a mais só por ser ela, como “Haleluiah”, que já salvou um monte de gente sem voz em edições passadas. Porém, não foi tão bom quanto achamos. Foi bom... Mas o original era melhor. Lauren escolheu uma música irrelevante, o que a colocou, ao meu ver, em sério perigo. Jacob resolveu escolher as roupas de olhos fechados no guarda-roupa do Jerry Lewis e dançou no palco, o que foi um tanto perturbador. Nem lembro qual foi a música. Casey deu um show, como sempre, abusando de um clássico e dando a certeza de que eu pagaria para ver um show dele. Haley também se recuperou de uma escolha duvidosa de música e James resolveu dar um tempo nas super produções e cantar algo mais intimista, mostrando que sabe cantar, independente de todo o cenário, pianos pegando fogo, bandas de tambor.
O resultado foi surpreendente. E não digo isso de uma maneira boa. Há boas e más surpresas. Essa noite foi uma das piores. Agora, as pessoas são chamadas de forma aleatória, então não sabemos exatamente quem está em melhor ou pior posição. Meu medo começou quando Lauren escapou. James escapou ileso – com mérito – e está se tornando o grande favorito da competição. Haley escapou. Isso foi bom. Ficaram no palco Jacob, Scotty e Casey. E Jacob foi salvo...
Meu coração morreu um pouquinho naquela hora. Era perder o country do muito gente boa Scotty ou dar adeus a Casey, o que era impensável. Apostei que o público votante tinha percebido que a apresentação de Scotty tinha sido pouco convincente e meio canastra. Se percebeu, não deixou transparecer nos votos.
E nós perdemos Casey.
Houve espanto do júri, mas Ryan pareceu ter muita pressa para acabar o programa e não deu muito espaço para lamúrias. Jogou o rapaz pra cantar no palco e Casey se despediu saindo por cima, com muito bom humor, beijando o júri, beijando as meninas do palco, beijando seus pais e cumprimentando todo mundo.

Casey nos tempos em que era do PT
Numa análise fria, sabemos que Paul, Casey e Haley não possuem o perfil de vencedores do American Idol. São alternativos, são cool, não se encaixam na forma da indústria que poderia destruí-los. Mas ainda assim dói ver qualquer um deles sair.
Essa é a primeira temporada que eu não tenho um favorito. Mas agora, tenho oficialmente um favorito pra sair! Vou jogar todas as minhas ondas de azar para Jacob, o carola, porque continuar olhando pra ele enquanto Casey e Paul saem é ultrajante!!!! E nem tem mais Stephano pra distrair!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

DIA DE GUERRA NAS ESTRELAS


por Renato Rodrigues
Vamos comemorar! Não porque o Osama tá comendo algas marinhas pela raiz, mas porque hoje, 4 de maio é o "Star Wars Day"! Por que hoje? Por causa de um trocadilho intraduzível em inglês: A frase "Que a força esteja com você", é quase idêntica em inglês a "Que o 4 de maio esteja com você": "May the force be with you" e "May the forth be with you". Caramba...

E um debate que rolou ontem nos sites especializados Asylum e Pulp the Movie tentava responder a questão mais discutida entre os adoradores da cine-série: Os três filmes recentes de "Guerra nas Estrelas" foram tão ruim assim?

É  que sempre que se fala neles a impressão é que reinava o fator "antigamente é que era bom" onde só a primeira (que no caso virou a segunda) trilogia setentista era respeitada.

Mas a pesquisa feita pelos sites com amostragem de quase mil internautas mostrou que essa disputa é mais acirrada do que parece. Enquanto 55% dos votos são contra os três filmes mais recentes, os 45% restantes acharam bom e pedem mais! Ou os filmes são mesmo equilibrados ou tem muito trintão morrendo antes da hora por aí... Somos cada vez menos!

Então ligue para o seu chefe, diga que está doente e falte ao trabalho para assisitr aos 6 filmes! E reze para ele não estar de capacete e a capa negra amanhã...

Minha idéia de um Star Wars Day ideal!